Dica de Programação – Usando a função innerHTML do Javascript

Janeiro 8, 2009

Dica de Programação - innerHTML

Hoje em dia está cada vez mais fácil encontrar páginas Web recheadas de AJAX, que de uma forma geral serve pra você manipular dados da página sem que esta precise ser recarregada novamente. Um dos truques para que isso funcione é a a função innerHTML que executa uma troca de conteúdo em uma tag “div” especificada. É bastante simples de fazer e fica bem legal o resultado, veja como é simples.

A linguagem de hoje é:

javascript

Dados técnicos:

versão do Javascript – 1.8

Navegador testado – Firefox 3.0

Fazendo a Mágica acontecer

Copie o código abaixo e salve em formato .html, abra no navegador e clique no botão.

<html>
<head>
<script>
function trocaFrase(){
var fraseAtual = document.getElementById(“frase”);
fraseAtual.innerHTML = “Funcionou, a frase Mudou!”;
return false;
}
</script>
</head>
<body>
<table border=”0″>
<tr>
<div id=”frase”>Clique para Trocar a Frase</div>
</tr>
<tr>
<input type=”submit” value=”Mudar” onclick=”trocaFrase()”>
</tr>
</table>
</body>
</html>

Conciderações finais

O que achou? Bacana não é, conseguiu pensar de várias utilizações para essa funçãozinha? Muito bem, este é primeiro passo com um exemplo bem simples que pode ser incrementado co diversas outras funções do Javascript. Dê asas a sua imaginação, e boa codificação (Que frase mais edificante, não achou?)

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E se linguagens de programação fossem religiões

Dezembro 18, 2008

Se as linguagens de Programação fossem Religiões

C seria o Judaísmo – é velho e restritivo, mas a maior parte do mundo está familiarizado com as suas leis e a respeita-las. O problema é, você não pode se converter – você está nessa desde o início, ou você acha que isso é loucura. Além disso, quando as coisas correm mal, muitas pessoas estão dispostas a culpa dos problemas do mundo sobre ela.

Java seria o Fundamentalismo Cristão – trata-se de uma base teórica sobre C, mas faltam tantas das antigas leis que não se sentem como o original em tudo. Em vez disso, ele adiciona o seu próprio conjunto de regras rígidas, que seus seguidores acreditam ser muito superior ao original. Não só eles estão certos de que essa é a melhor linguagem do mundo, mas que estão dispostos a queimar aqueles que discordam.

PHP seria Cristianismo por Conveniência – Combates com o Java pelo mercado web. Inspira-se alguns conceitos de Java e C, mas somente aquelas que ela realmente gosta. Não é tão coerente quanto outras línguas, mas pelo menos ela deixa-o com muito mais liberdade e ostensivamente mantém a idéia do núcleo e a coisa toda. Além disso, todo o conceito de “goto inferno” foi abandonada.

C + + seria Islã – Pega o C e não só mantém todas as suas leis, mas acrescenta um novo conjunto muito complexo de leis em cima dela. É tão versátil que pode ser usado para ser o alicerce de tudo, desde grandes atrocidades a bela obra de arte. Seus seguidores estão convencidos de que é a derradeira linguagem universal, e pode ser irritados por aqueles que discordam. Além disso, se você insultá-lo, ou o seu fundador, provavelmente vai ser ameaçado de morte pelos mais radicais seguidores.

C # seriam os Mormons - À primeira vista, é o mesmo que o Java, mas a um olhar mais atento você percebe que ele é controlado por uma única corporação (o que os seguidores do Java acreditam ser o mal), e que muitos conceitos teológicos são bastante diferentes. Você suspeita que ele provavelmente iria ser legal, se todos os seguidores de Java não o discriminassem tanto por segui-lo.

Perl seria Voodoo – Uma série de encantamentos incompreensível que envolvem o sangue de cabras e permanentemente corromper sua alma. Muitas vezes usado quando o seu patrão exige que você faça uma tarefa urgente a 21:00 de sexta-feira à noite.

Ruby seria Neo-Paganismo – Uma mistura de línguas diferentes e idéias que foram unificados em algo que possa ser identificada como uma língua. Seus seguidores estão crescendo rápido, e embora a maioria das pessoas olha para elas suspeitas, elas são quase todas as pessoas bem-intencionadas, sem intenção de prejudicar ninguém.

Python seria Humanismo – É simples, sem restrições, e tudo que você precisa segui-lo é o senso comum. Muitos dos seguidores afirmam sentir-se dispensado de todos os encargos impostos por outras línguas, e que eles têm redescoberto a alegria da programação. Há quem diga que é uma forma de pseudo-código.

COBOL seria Paganismo Ancestral – Houve uma vez uma época em que ele governou durante uma vasta região e era importante, mas atualmente está quase morto, para o bem de todos nós. Embora muitos foram marcadas pela rituais exigidos por seus orixás, existem alguns que insistem em se manter vivo até hoje.

Visual Basic seriam satanismo – Só que você realmente não precisa vender sua alma para ser um Satanista …

Inspirado no Post homônimo em aegisub.net

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Dica de Programação – Criando Scripts com Parâmetros em Perl

Novembro 23, 2008

Dica de Programação - Perl , Getopts

Olá, este é mais um post da série “Dicas de Programação do Titio Plastico”, hoje vou mostrar como você consegue criar sem muito esforço um script que receberá diversos parâmetros pela linha de comando que servirão de informações adicionais para um script se tornar mais dinâmico. O que é algo muito útil para Administradores de Sistema e programadores que querem agilizar ao máximo seu trabalho.

A linguagem de hoje é:

Perl

Dados técnicos:

Versão do Perl – v5.8.8
Distribuição Testada – Ubuntu 8.4

Fazendo a Mágica acontecer

Abaixo vai o código comentado, no exemplo serão passados Nome, email e telefone de um usuário qualquer:


#!/usr/bin/perl

#[ Use estes dois aqui sempre, esta lah no livro de boas praticas ]
use warnings;
use strict;

#[Esta é a classe que deve ser chamada para gerenciar os parâmetros]
use Getopt::Std;

#[Criaremos aqui um array vazio que irá receber os parâmetros]
my %hash = ();

#[Aqui é onde o getopts associa o conteúdo de cada parâmetro ao array]
getopts(“:n:e:t:”, \%hash);

#[Mandando inprimir o resultado]
print ” Nome $hash{n} , email $hash{e} , telefone $hash{t}\n”;

Executando o script:

~$ ./parametros.pl -n Plastico -e plastico@hotmail.com -t 21212121
Nome Plastico , email plastico@hotmail.com , telefone 21212121

Conciderações finais

O exemplo utilizado aqui é extremamente simples, apenas para didática, mostrando claramente como a classe getopts funciona para receber os parâmetros passados pelo usuário. Contudo está é uma ferramenta poderosa e sua utilização é bem vasta, se bem explorada.

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Teste a Portabilidade dos seus scripts

Outubro 29, 2008

Banner Linux - Linux Application Checker

A Linux Foundation que é um consórcio sem fins lucrativos dedicada à promoção do crescimento do Linux criou um braço voltado para o desenvolvimente de softwares em Linux chamado Linux Developer Network que visa incentivar a criação de programas e scripts para a plataforma do pinguim.

Recentemente a Linux Developer Network liberou uma ferramenta web bastante interessante, ela roda localmente e executa uma série de checagens para verificar as dependências e a portabilidade dos scripts que você desenvolve, o nome é Linux Application Checker.

Em outras palavras, se você tem um script que você escreveu no Ubuntu por exemplo, com este teste você consegue ver se ele vai rodar no Suse e no Slackware por exemplo, e ainda quais dependências ele precisa pra rodar direito. Muito legal, e uma mão na roda para os desenvolvedores de software livre que tem que lidar com esse problema de compatibilidade existente causado pela floresta de distribuições Linux existentes no mundo.

A ferramenta é totalmente gratuita, muito simples de instalar e usar, mesmo estando toda em inglês, caso voce queira testar, basta acessar o site da Linux Foundation e Linux Application Checker, antes de baixar a ferramenta é preciso fazer um cadastro simples.

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Dica de Programação – Fazendo Insert de BLOB com Perl no MySQL

Outubro 22, 2008

Banner Tec News - Blob MySQL Perl

Olá a todos, tentarei iniciar aqui uma série de post denominada “Dicas de Programação do Titio Plastico”, onde darei dicas úteis, concisas e de escopo definido sobre as linguagens de programação que eu conheço. Começarei com este exemplo, pois foi algo que procurei bastante na internet para um script que eu estava fazendo e não achei nanhuma informação de credibilidade sobre o assunto, achei estranho, ao final acabei fazendo do jeito mais obvio, e na minha cabeça o mais improvável, e não é que deu certo! Bom, sem mais demoras, vamos ao que interessa.

A linguagem de hoje é:

Perl

Dados técnicos:

Versão do Perl – v5.8.8
Versão do MySQL – 5.0.18
Distribuições Testadas – Suse 10.1 e Ubuntu 7.10

Antes de Começar:

Certifique-se de que você tem as versões citadas acima ou superiores, e que você tenha conexão com uma base de dados que contenha campos do tipo BLOB. Caso não tenha uma tabela com BLOB ai vai um exemplo:

CREATE TABLE `user` (
`user_id` int(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`user_name` varchar(255) character set latin1 collate latin1_bin NOT NULL default ”,
`user_password` tinyblob NOT NULL,
`user_email` tinytext NOT NULL,
`user_options` blob NOT NULL,
PRIMARY KEY (`user_id`),
UNIQUE KEY `user_name` (`user_name`),
KEY `user_email_token` (`user_email_token`)
) ENGINE=MyISAM DEFAULT CHARSET=latin1 AUTO_INCREMENT=30 ;

No exemplo acima definimos o “user_options” como uma série de configurações padrão para criação de um novo usuário que serão lidas por uma aplicação que fará o acesso ao banco através de um arquivo .txt , chamaremos este arquivo de template.txt.

Fazendo a Mágica acontecer

Abaixo vai o código comentado:


#!/usr/bin/perl

#[ Use estes dois aqui sempre, esta lah no livro de boas praticas ]
use warnings;
use strict;
#[ Este aqui eh usado para acessar o banco ]
use DBI;

#[ Outras variaveis ]
my $login = “usertest”;
my $email = “usertest@email.com”;

#[ Variavel que ira receber o arquivo inicialmente zerada ]
my $options = “”;

#[ Abrimos o arquivo e armazenamos em uma variavel ]
open(FILE, “template.txt”) or die “File cannot be read”;
read(FILE, $options, 1153);
close(FILE);

#[ Conecta no banco ]
my $dbh = DBI->connect(“DBI:mysql:nome da tabela“, ‘usuario‘, ‘senha‘) or die “Impossivel conectar no Servidor: $DBI::errstr”;

#[ Inserindo os dados ]
$query = “INSERT INTO nome da tabela.user (user_name,user_email,user_options) VALUES (?, ?, ?, ?)”;
$insert = $dbh->prepare_cached($query);
$insert->execute($login, $email, $options) or die “Impossivel conectar no Servidor: $DBI::errstr”;
print “Usuario $login adicionado com sucesso!\n”;

#[ Desconecta do Banco ]
$dbh->disconnect;

Conciderações finais

Lembre-se que o Perl irá procurar o arquivo no mesmo diretório onde o script se encontra, caso o script e o arquivo a ser carregado estejam em diretórios diferentes altere a linha “open” com o caminho completo do arquivo.

O número que existe nalinha read(FILE, $options, 1153);significa o tamanho do arquivo em kbites.

Para saber mais

Documentação Oficial do MySQL sobre BLOB
Documentação Oficial do Perl DBI

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